segunda-feira, 18 de julho de 2016

Crônica 2:

A Rua:

Pela rua fria, de cabeça baixa, em silêncio, no meio de anônimos e conhecidos, caminho cruzando calçadas, pedras, buracos. Mas algo me faz parar. No canto do muro, lá está ela ! Solta ao vento mas encostada como quem procurou um refúgio. Ficará ali até um instante, quando será levada para além pelas forças do mundo.
 
Uma folha me deteve e me deu um pouco de vida, esperança de continuar. Ela foi minha por um momento mas que vá ao sabor de sua liberdade.

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